Saúde 

Farmácias públicas atenderam mais de 150 mil pessoas em 2019

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As cinco farmácias públicas no Município realizaram até o mês de agosto de 2019, 150.819 atendimentos. Comparado com o mesmo período do ano passado, houve um aumento de 3,28% na procura. Com o objetivo de melhor atender os pacientes, facilitando o acesso dos mesmos aos medicamentos, a Secretaria Municipal de Saúde instalou cinco farmácias completas, com medicamentos de uso contínuo, controlados e antibióticos. As farmácias estão na ESF do bairro Conceição, ESF Licorsul, PA Zona Sul, PA Zona Norte, e Unidade Central.

 

Até o momento, a Prefeitura investiu em 2019, R$2.251.324,14 na compra de fármacos. Hoje, dos 233 itens que fazem parte da listagem Municipal de medicamentos, apenas a Medroxiprogesterona 10 mg está em falta.

 

"Com um trabalho sério, de planejamento, organização e principalmente com foco em proporcionar o melhor atendimento ao nosso cidadão, conseguimos manter esse serviço com excelência. O aumento na procura pelas Farmácias Públicas é prova disso. E estamos cada vez mais preocupados e atentos para mantermos um atendimento de qualidade aos usuários do Sistema Único de Saúde", afirma o secretário de Saúde, Diogo Segabinazzi Siqueira.


Confira os horários de atendimento das farmácias públicas:
Farmácia Zona Sul (Botafogo): Rua Goiânia, 590 (junto à UPA 24h) - Bairro Botafogo 3055-7297 Atendimento: Segunda à sexta: 7h30 às 11h30 e 13h30 às 17h30 | sábado: 14h às 18h

 

Farmácia Zona Norte (São Roque): Rua Arlindo Franklin Barbosa, 251 - Bairro São Roque (junto ao PA 24h Zona Norte) 3452-7009 Atendimento: segunda à sexta das 7h30 às 11h30 | 13h às 17h

 

Farmácia ESF Licorsul: Rua Cavalheiro José Farina, 554 - Bairro Licorsul 3453-6003 Atendimento: segunda à sexta das 7h30 às 11h30 | 13h30 às 17h30



Farmácia ESF Tancredo/Conceição: Rua Adelaide Basso Pasqualli, 11 - Bairro Conceição 3055-7018 | 3451-7272 Atendimento: segunda à sexta das 7h30 às 11h30 | 13h às 17h

 

Farmácia Unidade Central: Rua José Mario Mônaco, 121 - Centro (na Unidade Central de Saúde) 3055-3507 Segunda à sexta: 7h30 às 12h | 13h às 17h

Assessoria de Comunicação Social

Cigarro: legal ou ilegal, faz mal à saúde

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Fumar faz mal de qualquer maneira. Não se deve associar o cigarro legal a um risco menor à saúde, se comparado ao ilegal. Ambos oferecem danos à saúde. “Qualquer cigarro faz mal à saúde. Não há diferença quanto aos riscos decorrentes do consumo de cigarros, sejam os vendidos legalmente, sejam os vendidos no mercado ilegal. Qualidade não é um atributo que se possa dar a qualquer tipo de cigarro. Todos causam doenças graves e fatais aos seus usuários”, explica Ana Paula Teixeira, analista em Ciência e Tecnologia na Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco, no Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca).

O ministro da Saúde, Gilberto Occhi, assinou, durante a 42ª Reunião Ordinária de Ministros de Saúde do Mercosul, declaração que ratifica a eliminação do Comércio Ilegal de Produtos de Tabaco. As medidas previstas no documento têm como objetivo tornar a cadeia de oferta de produtos de tabaco segura. O consumo dos derivados do tabaco é responsável por uma em cada 10 mortes no mundo, segundo estudo financiado pela Bill & Melinda Gates Foundation e pela Bloomberg Philanthropies.

 

Comércio ilegal de cigarro

O documento prevê, por exemplo, que se estabeleçam mecanismos de rastreamento dos produtos, de forma que sejam controlados desde a fábrica até os pontos de venda. No Brasil, esse tipo de ferramenta já foi implementada pelo governo federal. "O cigarro ilícito não paga impostos e é distribuído e vendido por redes criminosas. A perda de receita tributária com o comércio ilícito significa menos dinheiro investido em escolas ou hospitais", explica a especialista do Inca.

De acordo com o Balanço Aduaneiro da Receita Federal, em 2017 foram apreendidos mais de R$ 1 bilhão em cigarros e similares. Em 2016 foram R$ 910,2 milhões.

Em 2018, um estudo elaborado por pesquisadores do Inca, baseado nas vendas legais fornecidas pela Secretaria da Receita Federal e dados de consumo autorrelatados de uma pesquisa telefônica realizada anualmente (Vigitel), apontou que a proporção estimada de uso de cigarros ilícitos passou de 28,6% em 2012 para 32,3% em 2013. Em 2014 houve uma redução, passou de 32,3% para 28,8%. E entre 2014 e 2016 apresentou uma tendência sustentada de aumento de 28,8% para 42,8%.

Segundo Ana Paula, as populações de baixa renda estão mais suscetíveis ao comércio de cigarros ilícitos. "Os cigarros ilegais são muito mais baratos que os cigarros legais, permitindo o acesso ao produto. Neste sentido, dificulta a cessação e facilita a iniciação", explica. As medidas previstas no acordo tratam do controle da cadeia de suprimento do tabaco com prevenção do comércio ilícito, promoção da aplicação da lei e fornecimento da base legal para a cooperação internacional.

Combate ao cigarro

Em 2017, a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou que o Brasil foi um dos oito países que atingiram quatro metas ou mais, recomendadas pela Organização. O texto destaca as ações que o Ministério da Saúde vem realizando no monitoramento do tabagismo no país, por meio de levantamentos como a Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) e a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS).

No Brasil, a política de controle do tabaco conseguiu reduzir em 36% a prevalência de fumantes nas capitais brasileiras nos últimos 10 anos, segundo a Vigitel. A pesquisa, que é realizada pelo Ministério da Saúde nas 26 capitais e no Distrito Federal, apontou a queda no percentual de 15,7%, em 2006, para 10,1%, no ano passado.

Custos do tabagismo

Uma pesquisa do Inca mostrou que o consumo de cigarros e outros derivados causa um prejuízo de R$ 56,9 bilhões ao país a cada ano. Deste total, R$ 39,4 bilhões são com custos médicos diretos e R$ 17,5 bilhões com custos indiretos, decorrentes da perda de produtividade provocada por morte prematura ou por incapacitação de trabalhadores.

O estudo verificou que a arrecadação total de impostos pela União e Estados com a venda de cigarros no país em 2015 foi de R$ 12,9 bilhões. Ou seja, o saldo negativo do tabagismo para o país foi de R$ 44 bilhões, quando se subtrai os gastos da saúde em relação aos impostos arrecadados.

Assessoria de Comunicação Social

Biólogos da Secretaria da Saúde do Estado do Rio Grande do Sul, vão ao Suriname apoiar estruturação da vigilância da febre amarela

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Os técnicos Jáder da Cruz Cardoso, Edmilson dos Santos e Marco Antônio Barreto de Almeida integram a Equipe de Referência Nacional para Vigilância e Resposta a Emergências de febre amarela, foram recebidos por representantes da OPAS e pelo Ministro da Saúde do Suriname, na Embaixada do Brasil.

No dia 18 de maio, três biólogos do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) embarcaram para a República do Suriname, ao norte da América do Sul, onde participaram, até o dia 25, como instrutores de um treinamento para autoridades de saúde pública, visando à estruturação da vigilância da febre amarela naquele país. 

Os técnicos Edmilson dos Santos, Jáder da Cruz Cardoso e Marco Antônio Barreto de Almeida integram a Equipe de Referência Nacional para Vigilância e Resposta a Emergências de febre amarela. Eles possuem vasta experiência nas atividades de vigilância de epizootias em primatas não humanos e entomologia aplicada à febre amarela.

A Secretaria Estadual da Saúde (SES/RS), por meio do Cevs, mantém parceria com o Ministério da Saúde, com a Organização Mundial da Saúde – Organização Panamericana da Saúde (OMS/OPAS) e com várias secretarias estaduais em diversas atividades ligadas à vigilância da febre amarela.

 

Apoia estas instituições em treinamentos, investigações e consultoria especializada. Esta é a quarta vez que a OMS convida a equipe para assessoria em outros países. Em 2013, os técnicos representaram a SES/RS no Panamá e, em 2018, na Argentina e Peru.

A febre amarela é uma doença febril aguda, causada por um vírus transmitido pela picada de mosquitos. A doença circula em um ciclo silvestre, mantida entre Primatas Não-Humanos (bugios) e mosquitos silvestres dos gêneros Haemagogus e Sabethes. Pessoas não vacinadas contra a doença podem se contaminar ao ingressar em áreas de mata com circulação comprovada do vírus.

Jornalista Responsável

Jairo Caprara - MTPS 3522

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