Informática | por Leandro Silva

WhatsApp e Instagram: indispensáveis para
negócios digitais
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51% dos micro e pequenos lojistas virtuais usam o WhatsApp como principal canal atendimento

Atualmente, o WhatsApp se tornou um dos principais meios de comunicação rápida do Brasil. O aplicativo de mensagens tem cerca de 120 milhões de usuários ativos por aqui, e isso muda uma série de perspectivas.

Por exemplo: o WhatsApp Business, quando lançado, ajudou empresas a manter um relacionamento mais próximo dos clientes. E é exatamente por causa do mensageiro que muitos negócios estão cada vez mais ativos no digital.

No Dia do Consumidor, um levantamento feito pela Loja Integrada ilustra bem como o aplicativo se tornou popular e importante para os negócios.

Na pesquisa, foi apontado que 51% dos micro e pequenos lojistas virtuais usam o WhatsApp como principal canal atendimento.

Em segundo lugar, aparece o Instagram (18%) e chats online em terceiro (9,3%).

O que os apps acima têm em comum, no caso, são bases gigantes de usuários ativos, pertencem ao Facebook e, claro, podem impulsionar as vendas e o atendimento.

A plataforma Loja Integrada realizou a pesquisa online, com quase mil lojistas virtuais do país, entre abril e maio de 2019.

De acordo com a pesquisa, os lojistas virtuais destacam o WhatsApp (61%) como um canal de vendas. Para 34,1%, o aplicativo é usado para o atendimento geral e dúvidas.

Mariana Tiemi, especialista em comércio eletrônico e sucesso do cliente na Loja Integrada, explica a importância das plataformas.

“O atendimento ao cliente é um dos principais diferenciais competitivos das lojas virtuais e, por isso, garantir agilidade e eficiência nos contatos é cada vez mais importante”, diz ela.

Ela também conta que a própria Loja Integrada tem média mensal de 7 mil contatos no atendimento.

“Os canais mais utilizados para que os lojistas entrem em contato com a empresa são o chat, as redes sociais, como Facebook e Instagram”, explica Tiemi.

A empresa destaca o exemplo da loja de jóias ‘Use Miaa’. Fundado em 2016 pela empreendedora Luana Moraes, a loja atende clientes do país inteiro pela loja virtual.

Ela conta que, hoje, praticamente todo o atendimento é feito pelo aplicativo de mensagens. Isso porque o canal “permite mais agilidade para responder” os clientes.

Outra vantagem destacada por Moraes é que o WhatsApp também é usado para realizar vendas, “otimizando os resultados do meu e-commerce”.

Gramado Summit acontece entre os dias 31 de julho e 02 de agosto no Serra Park

A Gramado Summit 2019, evento de empreendedorismo e inovação que já é considerado o maior brainstorming do Brasil, será realizada entre os dias 31 de julho e 02 de agosto, no Serra Park, em Gramado (RS)

 

“A nova edição estava confirmada para acontecer mais uma vez na Expogramado. Porém, o espaço ficou pequeno e, por isso, mudamos nossa casa para o Serra Park, o centro de evento mais importante de todo o Sul do Brasil. Agora, não temos potencial apenas para abrigar o ecossistema da América Latina, mas do Planeta inteiro”, afirma o SEO da Gramado Summit, Marcus Rossi.

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CEO do evento, Marcus Rossi 

Com a mudança, a Gramado Summit ganhará mais espaço, mais conforto e uma capacidade de crescimento ainda maior. Ao todo, serão 3 palcos de conteúdo, com mais de 100 palestrantes. Além disso, são esperadas 200 marcas e 4 mil empreendedores na feira de negócios, incluindo os CEOs e fundadores das principais startups do país, os novos projetos mais promissores e os grandes investidores do Brasil. “O evento terá mais de 12.000 m² para fazer o maior brainstorming do Brasil impactar o país durante três dias”, complementa Rossi.

Entre a empresas confirmadas para a terceira edição da Gramado Summit estão gigantes como Randon, Dinamize, VTex, Neon, Nelogica, PipeRun, Omiexperience, Visit Monaco, Silva Lopes Advogados, Piar Comunicação, OCABrasil e ABStartups. Já o time de palestrantes da Gramado Summit 2019 terá, entre outros, Serginho Groisman (apresentador), Tallis Gomes (Easy Taxi), Simone Zuwick (Megapetro Petróleo), Geraldo Rufino (JR Diesel), Tania Gomes Luz (Girlboss), Prisicila Erthal (Organica), Gui & Dudu (Dobra) e o deputado federal Marcel van Hattem.

 

Segundo Marcus Rossi, o objetivo do evento neste ano é formar novos empreendedores e impulsionar o ecossistema de inovação com a negociação de aportes em projetos. "Queremos alavancar o ecossistema brasileiro com a concretização de negócios e conteúdo de qualidade, proporcionando aos novos empreendedores a geração de um networking de qualidade, leads concretos e a possibilidade de ampliar seus projetos através da negociação com novos clientes e investidores", explica.

 

Os ingressos para a Gramado Summit podem ser adquiridos pelo site www.gramadosummit.com/ingressos.

 

Por Pedro Alencastro

Due Assessoria

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Governo estuda reduzir impostos sobre produtos eletrônicos importados
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Segundo o governo federal, ideia é aumentar a competitividade e produtividade das empresas que utilizam

equipamentos de TI em suas atividades

 

Produtos eletrônicos, como smartphones e computadores, que são importados ou têm peças vindas de outros países poderão em breve ficar mais baratos no Brasil. Isso porque o governo federal estuda reduzir as tarifas de importação de bens associados à tecnologia da informação (TI). Na prática, as taxas poderiam passar dos atuais 16% para até cerca de 4% até o fim do atual mandato do presidente Jair Bolsonaro.

De acordo com Marco Troyjo, secretário especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia, a ideia é aumentar a competitividade e a produtividade das empresas que usam esses equipamentos em suas atividades. Plataformas, serviços e recursos baseados em tecnologia da informação são usadas em praticamente todos os setores da economia que, por conta disso, poderia melhorar graças a essas mudanças.

"Tecnologias da informação são insumo. (O efeito) É exponencial. Quando você dá um choque não apenas de qualidade e preço, mas também mexe no acesso àquilo de mais avançado que está acontecendo, automaticamente multiplica por várias vezes sua produtividade interna", completou Troyjo.

O que a tecnologia tem a ver com o engajamento dos funcionários?
por Morris Menasche*
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Não precisamos discutir o impacto do engajamento dos funcionários na experiência do cliente, nos resultados financeiros, na produtividade e em outras áreas, pois as pesquisas já provaram sua importância. No entanto, como realmente fazer isso acontecer tem sido um dos problemas mais difíceis de resolver.

 

As pessoas propuseram ‘gamification’, mais colaboração, mais reuniões, treinamentos melhores e até filhotes no escritório. Talvez não o último, mas tenho certeza de que isto foi mencionado durante alguma reunião. Embora muitas ideias tenham sido implementadas com sucesso, um dos aspectos mais difíceis de se avaliar é o impacto da tecnologia no engajamento dos funcionários.

 

Contudo, dada a mudança na dinâmica da força de trabalho dos ‘baby boomers’ em relação às gerações mais jovens, esse impacto tecnológico no engajamento provavelmente assumirá o centro das atenções. Com a aposentadoria dos boomers e a chegada dos trabalhadores digitalmente nativos, o serviço em campo poderia ser visto como o marco zero para medir e detalhar o impacto da tecnologia no engajamento e, por sua vez, nos resultados.

Turnos geracionais

 

Os ‘millennials’ têm pouca tolerância para processos desatualizados ou ineficientes que se estabelecem entre eles e o trabalho. Isso significa que o tempo desnecessário gasto para fazer a papelada manualmente ou consumido na estrada em função de rotas mal planejadas, não só levará à insatisfação no trabalho como tem o potencial de impeli-los a mudar de empregador. A tecnologia torna-se então fundamental para o engajamento e a satisfação das gerações mais jovens. Considere estas estatísticas sobre a importância da tecnologia para essas novas gerações:

 

- Uma pesquisa com mil pessoas da geração do milênio conduzida pela Microsoft revelou que 93% dos millennials citaram tecnologias modernas e atualizadas como um dos aspectos mais importantes de um ambiente de trabalho.

 

- Segundo a Penn Schoen Berland, 42% dos millennials afirmaram que deixariam uma empresa devido a “tecnologia abaixo do padrão”.

 

- 92% dos funcionários dizem que ter a tecnologia para realizar seu trabalho afeta eficientemente sua satisfação no trabalho.

 

Esses dados só comprovam que o impacto da tecnologia no recrutamento, retenção e engajamento dessa nova geração é de suma importância. Soluções desatualizadas de gerenciamento da força de trabalho móvel, otimização de cronograma deficiente que não inclui atualizações em tempo real, por exemplo, afetam tanto o funcionário quanto o cliente e não serão toleradas por esses novos profissionais. Na verdade, essas novas tecnologias estão dando origem a um novo perfil de trabalhador digital que pode impactar positivamente seus negócios em várias áreas.

Por que é valorizado?

 

Considerando que 30% dos 13 milhões de novos empregos criados desde 2010 nos EUA, por exemplo, exigiram habilidades digitais, não surpreende que as novas gerações tenham preenchido essas posições. No Brasil, o domínio da tecnologia foi o requisito mais exigido pelo mercado de trabalho em 2018 segundo a pesquisa anual de headhunters.

 

Mas por quê?

 

A resposta mais óbvia é que essa nova geração cresceu com a tecnologia. Esta é a geração Uber de smartphones, laptops, Facebook, Waze e outros brinquedos digitais que os mantém conectados às informações e recursos que precisam para desempenhar bem o seu trabalho em seu dia a dia. Ter que preencher um formulário em papel, procurar uma rota em um mapa ou ter que ligar para o escritório para esperar que as informações sejam retransmitidas é considerado algo da idade da pedra.

 

No entanto, existem outras razões também. O estudo Technology at Work 2018 da PwC descobriu que os funcionários são motivados a usar novas tecnologias por uma das três razões a seguir:

 

- Isso os ajudará a avançar em suas carreiras ou a obter status (citado por 37% dos entrevistados).

 

- Eles estão curiosos sobre as promessas tecnológicas de melhor eficiência e trabalho em equipe (34%).

 

- Isso os ajuda a fazer seu próprio trabalho com mais facilidade e em um ambiente previsível (29%).

 

Esta geração é muito autossuficiente e um dos motivos é que eles confiam na tecnologia para fornecer sempre os recursos que necessitam para facilitar suas vidas. Encomendas instantâneas da Amazon, Netflix sob demanda, Uber, comunicação imediata com os amigos por meio de diferentes aplicativos, tornam suas vidas dependentes da tecnologia. Sem isso, eles sentem-se perdidos. Como resultado, a adoção de tecnologia é fundamental para engajar essa geração e é por isso que as equipes em campo precisam investir nas tecnologias corretas para preencher as vagas em aberto.

Como as empresas estão se saindo?

 

Dada a importância da tecnologia para a próxima geração de trabalhadores, faria sentido que o C-level estivesse implementando as mais recentes ferramentas digitais. No entanto, os resultados são misturados quando os executivos são questionados sobre tecnologia versus seus funcionários: por exemplo, no estudo referenciado da PwC, eles descobriram o seguinte:

 

- 90% dos executivos de alto escalão acredita que sua empresa presta atenção às necessidades das pessoas quando introduz novas tecnologias, mas apenas metade (53%) da equipe como um todo diz o mesmo.

 

- 92% destes executivos diz estar satisfeito com a experiência tecnológica que sua empresa oferece para fazer progressos em seu trabalho, porém apenas 68% dos funcionários concorda.

 

- Apenas metade (50%) do pessoal e 64% dos gerentes estão satisfeitos com os recursos de que dispõem para aprender a usar as novas tecnologias.

 

- 46% dizem que a empresa não valoriza funcionários tecnologicamente experientes.

 

Obviamente, há uma disparidade entre os dois grupos. Isso pode sinalizar a necessidade de mais treinamento, uma estratégia de gestão de mudanças mais robusta ou mesmo um método diferente de escolher a tecnologia com mais informações do campo.

 

No passado os funcionários não tinham acesso à tecnologia de ponta, como laptops, dispositivos móveis e outras ferramentas, já que eram muito caras tudo mudou conforme o avanço tecnológico. Hoje as pessoas têm acesso a uma tecnologia mais rápida, imediata, precisa e possuem interfaces e experiência de usuário significativamente melhores do que as que interagem no local de trabalho.

 

Dada a predominância desta nova geração, as organizações precisam fornecer aos funcionários capacidades e experiências semelhantes no ambiente trabalho às que já possuem em sua vida privada. Como resultado, a tecnologia possibilitará melhores níveis de engajamento, pois os funcionários terão as ferramentas e os recursos de que precisam para realizar seus trabalhos de maneira muito mais produtiva e eficiente.

 

*Morris Menasche é vice-presidente de Vendas da ClickSoftware para América Latina.

PARTICIPANTES DO PROGRAMA ACESSUAS SÃO BENEFICIADOS COM CURSO DE INFORMÁTICA

A Secretaria de Habitação e Assistência Social, por meio do programa Acessuas Trabalho, em parceria com a Coordenadoria de Tecnologia de Informação e Comunicação (CTEC) e Secretaria de Educação, iniciou mais uma turma do Curso Básico de Informática nesta segunda-feira, 20. O objetivo é atingir participantes do Programa, encaminhados pelos CRAS’s.  

 

A capacitação será ministrada por Pauline Dal’Mas e terá uma carga horária de 20h. Ao todo serão sete segundas-feiras, nas dependências da CTEC.

 

O secretário de Habitação e Assistência Social, Eduardo Virissimo, destacou a oportunidade dada aos alunos. “Queremos possibilitar o reconhecimento de suas potencialidades e viabilizar também o acesso dos usuários aos serviços”, ressaltou.

 

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS:

Uso e funcionamento do computador;

Introdução às ferramentas da internet;

Ferramentas do Microsoft Office Word;

Orientação para o Mercado de Trabalho;

Construção e Formatação do currículo.

 

 

Assessoria de Comunicação Social da Prefeitura 

Foto: Divulgação/Fabiano Martins 

Jornalista Responsável

Jairo Caprara - MTPS 3522

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