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Crianças da Fundação O Pão dos Pobres vivem a experiência do mar no Litoral Norte gaúcho
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Imagens: Evidência Press - Assessoria de Comunicação

Verão que transforma as vidas dos acolhidos pela instituição em 2026

 

O verão de 2026 está sendo inesquecível para 160 crianças acolhidas na Fundação O Pão dos Pobres. Muitas delas conhecendo o mar pela primeira vez na colônia de férias da instituição no Litoral Norte. As crianças também participam de atividades integradas de educação física, recreação orientada, banho de mar supervisionado e vivências educativas ligadas à biologia marinha, aprendendo sobre o ecossistema costeiro, a preservação do oceano e a importância da natureza. 

 

A atividade ocorre em três etapas, garantindo que todas as crianças sejam contempladas.  “É muito mais do que lazer, trata-se de uma experiência educativa, afetiva e transformadora. A praia dialoga muito com a infância, despertando curiosidade e lembranças que vão acompanhar essas crianças por toda a vida”, explica José Marcolan, gestor da instituição social.

 

Para muitas delas, esta é a primeira vez fora do ambiente urbano, a primeira viagem, o primeiro contato com o litoral norte e com o oceano. Um momento que simboliza pertencimento, cuidado e o direito de toda criança ao lazer, ao aprendizado e à alegria. A colônia de férias acontece em três etapas, garantindo que todas as crianças sejam contempladas. A 1ª turma na primeira e segunda quinzena de janeiro e a 3ª turma em fevereiro. 

 

Sobre a Fundação do Pão dos Pobres


Desde sua criação, em 1895, a entidade tem como missão acolher, educar e formar crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social. Em mais de um século de atuação, a entidade manteve viva a sua essência. A solidariedade e o compromisso com a inclusão social. Atualmente, mais de 1.400 crianças e jovens são atendidos pela instituição, que oferece acolhimento institucional, educação integral e aprendizagem profissional. Mais informações em www.paodospobres.org.br ou pelo instagram https://www.instagram.com/fundacaopaodospobres/

Fonte: Evidência Press - Assessoria de Comunicação

Comitiva de Bento Gonçalves fortalece relações comerciais no Paraguai
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Assessoria de Comunicação Social Prefeitura

Durante dois dias, uma comitiva de Bento Gonçalves esteve no Paraguai com o objetivo de fortalecer relações comerciais e prospectar novas oportunidades econômicas. A agenda incluiu encontros voltados à atração de investimentos, expansão de operações e ampliação de parcerias entre empresas e entidades dos dois países.

Fizeram parte do grupo o prefeito Diogo Siqueira, o deputado estadual Guilherme Pasin, o vice-presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Bento Gonçalves (Simmme), Bruno Dal Fré; o presidente da UVIBRA, Daniel Panizzi; o diretor da Ludfor, Douglas Ludwig; o presidente da Movergs, Euclides Longhi; além de Jones Valduga e do consultor jurídico Sidgrei Spassini.

Entre as principais agendas, a comitiva foi recebida pelo Ministro da Indústria e Comércio do Paraguai, Javier Giménez, e pelo Vice-Ministro da Rede de Investimentos e Exportação, Javier Viveros, que apresentaram as políticas econômicas e estratégias de desenvolvimento do país.

O grupo também participou de reuniões na Embaixada do Paraguai, onde se encontraram com o Presidente da Câmara Paraguaia de Supermercados (CAPASU), Gustavo Lezcano, além de lideranças do Centro de Importadores do Paraguai, representantes do setor de vinhos e sommeliers, e o Presidente da União Industrial Paraguaia, Enrique Duarte.

O Embaixador Antônio Marcondes acompanhou as agendas, que evidenciaram as oportunidades de cooperação nas áreas moveleira, metalmecânica e vitivinícola, setores de grande relevância para a economia de Bento Gonçalves.

Para o prefeito Diogo Siqueira, os encontros foram marcados pela produtividade e pelo fortalecimento das relações bilaterais.

 

“Foram dois dias intensos e extremamente positivos. Conversamos com entidades representativas, exportadores e importadores, mostrando a força e a diversidade dos setores produtivos de Bento Gonçalves. Essa troca de experiências é essencial para trazermos novas ideias e oportunidades para a nossa região.”

Siqueira também enfatizou o protagonismo do município na busca por novas parcerias.

 

“Em todas as reuniões apresentamos a qualidade dos nossos vinhos, o potencial da indústria moveleira e metalmecânica, e nossa capacidade em tecnologia. Em vez de esperar por ações federais ou estaduais, estamos mostrando nossa força e construindo caminhos para o crescimento de Bento Gonçalves”, destacou.

Governo quer acabar com a obrigação de autoescolas para tirar a CNH
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Imagem: Tenor | Reprodução

CNH sem autoescola? O governo federal quer mudar as regras para tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Segundo o ministro dos Transportes, Renan Filho, a ideia é eliminar a obrigatoriedade de aulas em autoescolas.

  • Ou seja, o cidadão poderia fazer apenas as provas teórica e prática, desde que tenha 18 anos ou mais. O restante do processo — como os cursos preparatórios — passaria a ser opcional.

A proposta, válida inicialmente para as categorias A e B da CNH, também libera o uso de veículos particulares no treinamento, sem exigir carros adaptados. A medida pode ser implementada por decreto, sem precisar passar pelo Congresso.

O que está por trás? O objetivo central é baratear o custo de tirar a carteira — que hoje varia entre R$ 3 mil e R$ 4 mil — e torná-lo mais acessível para a população.

Segundo Renan Filho, o valor elevado tem afastado milhões de brasileiros. Atualmente, cerca de 20 milhões dirigem sem habilitação, enquanto outros 60 milhões têm idade para tirar o documento, mas ainda não o fizeram. No caso das motos, 40% dos compradores não possuem CNH.

O ministro também alegou que o Brasil é um dos poucos países que ainda exigem carga horária mínima para fazer o exame — o que, na prática, abre espaço para máfias e cobranças abusivas. “É tão caro que muita gente é reprovada de propósito, para ter que pagar tudo de novo”, disse.

 Quadro geral: A obrigatoriedade das autoescolas passou a valer em 1998, quando entrou em vigor o Código de Trânsito Brasileiro. Anualmente, entre 3 e 4 milhões de CNHs são emitidas — o que representa um custo de até R$ 16 bilhões para a população.

Fonte: Daily Fin

BNDES chega à marca de R$ 100,9 milhões de volume de crédito evitado a proprietários de terras com indícios de desmatamento ilegal no RS
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Imagem gerada por AI

  • Foram 3.723 alertas entre fevereiro de 2023 e abril de 2025, o equivalente a 1% das solicitações de crédito feitas no período

  • Normas adotadas pelo BNDES são mais rígidas que as definidas pelo Banco Central para o crédito rural

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) atingiu o volume de R$ 806,3 milhões de financiamentos evitados a produtores rurais que tinham propriedades com indícios de desmatamento ilegal. O MapBiomas monitora os biomas brasileiros via satélite e tem parceria com o BNDES desde 2023. O balanço divulgado nesta quarta-feira (5), Dia do Meio Ambiente, mostra que chegou a quase R$ 1 milhão por dia o volume de solicitações de crédito não contratado a produtores ruais cujas propriedades tiveram alertas de indícios de desmatamento irregular.

No Rio Grande do Sul, o volume de crédito evitado chegou a R$ 100,9 milhões, no mesmo período – terceiro lugar no ranking nacional em valor absoluto. O estado foi o décimo nono do Brasil em percentual de financiamento evitado, com 0,6% de crédito não concedido dos R$ 17,1 bi solicitados. Do total de solicitações feitas para o Rio Grande do Sul desde fevereiro de 2023, em 0,8% foram registrados alertas de indícios de desmatamento ilegal.

Os 3.723 alertas ativos de indícios de desmatamento ilegal registrados desde fevereiro de 2023 equivalem a 1% das 337,2 mil solicitações de crédito rural encaminhadas ao BNDES neste período. São consideradas de crédito rural as operações dos programas agropecuários do Governo Federal, com juros equalizados; da linha BNDES Crédito Rural e aquelas que tenham marcação de crédito agrícola pelo Banco Central (BC).

“A tecnologia e uma governança rígida nos permitem atuar com agilidade e precisão na análise do crédito e atender a urgente agenda de enfrentamento das mudanças climáticas. Só no mês de abril deste ano, o volume de crédito evitado para quem possui indício de desmatamento ilegal foi de quase R$ 25 milhões. O BNDES é um grande parceiro do agronegócio e da pecuária, mas não é complacente com o agronegócio que destrói o meio ambiente. O banco acredita e apoia a agropecuária que tem o meio ambiente como aliado, que inova e é sustentável. O tempo do crédito para o agro que desmata já passou", afirma Aloizio Mercadante, presidente do BNDES.

Regiões –A região Norte teve o maior percentual de financiamentos evitados (2,2% dos R$ 4,3 bilhões solicitados), com alertas ativos de indícios de desmatamento ilegal em 2,5% das quase 7,2 mil solicitações. O Nordeste foi a região que registrou a maior taxa de alertas ativos de indícios de desmatamento ilegal (2,8% das mais de 9,4 mil solicitações) e segundo maior percentual entre as regiões de financiamentos evitados (1,6% de R$ 5,95 bilhões).

Os melhores indicadores têm sido registrados no Sudeste, com bloqueio de 0,4% do total de 15,4 bilhões de volume de crédito solicitado e alertas de indícios de desmatamento ilegal de 0,3% das 46,3 mil solicitações de crédito rural. No Centro-Oeste, foram bloqueados 0,8% dos R$ 20,1 bilhões solicitados, e emitidos alertas de indícios de desmatamento ilegal em cerca de 1% das 22,3 mil solicitações. A região Sul teve evitados 0,9% dos R$ 42,3 bilhões solicitados e apresentou 1,1% das 252,1 mil solicitações de alertas de indício de desmatamento ilegal.

Em todo o período de vigência da parceria entre o BNDES e o MapBiomas, o Estado do Amazonas teve os maiores percentuais, com 6,25% de alertas de desmatamento em 48 solicitações de crédito e 12,64% de financiamentos evitados dos quase R$ 13 milhões solicitados.

Entre os 10 estados com maiores percentuais de financiamentos evitados, quatro são da região Norte (Amazonas, Tocantins, Acre e Rondônia); e seis, do Nordeste (Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Ceará). Entre todos os entes federativos, o Distrito Federal e o Amapá foram os únicos que não tiveram alertas, muito em função do menor número de solicitações de crédito rural ao BNDES

 

Ferramenta tecnológica – A plataforma MapBiomas é capaz de validar alertas de indícios de desmatamento ilegal por meio de imagens de alta resolução e produzir laudos de constatação de desmatamentos recentes. A integração totalmente automatizada dos dados do MapBiomas com a plataforma operacional do BNDES permite ao Banco, inclusive, monitorar operações já contratadas, cujas propriedades rurais estão registradas no Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural (SICAR) do Ministério da Agricultura e Pecuária.

Normativos – O BNDES tem por norma não contratar operações de crédito rural cujo beneficiário final tenha embargos vigentes listados pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em qualquer propriedade, mesmo que não seja a beneficiada pelo financiamento, sem adoção de medidas efetivas de regularização. A exigência do Banco é mais rígida que a do Manual de Crédito Rural (MCR), do BC, que veda a concessão de crédito rural para produtores rurais com embargos localizados somente na propriedade beneficiada.

Em caso de embargo vigente após a contratação, a liberação de recursos é suspensa até o protocolo de documentos para regularização perante o órgão ambiental. Se isso não ocorrer em até 12 meses, a operação é liquidada antecipadamente. Caso alguma medida de regularização pactuada pelo cliente com o órgão ambiental competente for descumprida, a instituição financeira credenciada para repassar os recursos do BNDES deve liquidar a operação antecipadamente em até 30 dias.

Os empréstimos do BNDES a produtores rurais atendem 95% de todos os munícipios do país, por meio de uma rede parceira de 70 instituições financeiras. 

Em maio, o Sul foi a região com a maior queda do país no preço da gasolina, aponta Edenred Ticket Log
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Os preços médios de todos os combustíveis caíram na região

A mais recente análise do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), levantamento que consolida o comportamento dos preços das transações nos postos de combustível, trazendo uma média precisa, apontou que, em maio, os preços médios de todos os tipos de combustível diminuíram na região Sul. A gasolina foi comercializada, em média, a R$6,42, após queda de 0,77%, o que representa a maior retração no preço do combustível em todo o país. Já o valor do etanol caiu 0,64%, chegando a R$4,67. Enquanto isso, o diesel comum, após queda de 2,91%, foi vendido à média de R$ 6,00 e o diesel S-10, que caiu 2,89%, apresentou uma média de R$ 6,05.

“A recente redução nos preços dos combustíveis no Brasil foi provocada por uma série de fatores. Entre eles, destacam-se o aumento na produção de cana-de-açúcar, a possível alteração na política que determina a proporção de etanol misturado à gasolina e os três cortes no valor do diesel aplicados pela Petrobras nos últimos dois meses. Esses elementos colaboram para a queda nos preços médios do etanol e do diesel e intensificaram a concorrência no mercado, o que também ajudou a pressionar os preços da gasolina para baixo. Diante desse cenário, o IPTL recomenda abastecer com gasolina nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, e com etanol no Paraná. Porém, é importante ressaltar que a escolha pelo combustível certo não é apenas financeira e impacta também no meio ambiente. O etanol, por ser produzido a partir de biomassa e emitir menos gases de efeito estufa, é uma opção mais verde e contribui para uma mobilidade de baixo carbono”, destaca Renato Mascarenhas, Diretor de Redes, Operações e Transformação de Negócios na Edenred Mobilidade.

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: 1 milhão ao todo, com uma média de oito transações por segundo. A Edenred Ticket Log, marca da linha de negócios de Mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 30 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções eficientes e sustentáveis.

Empréstimo para pagar dívida é solução? Economista do CEUB alerta sobre as armadilhas do crédito e superendividamento
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Imagem gerada por AI

Pesquisa revela aumento no endividamento das famílias. Cartões, empréstimos e apostas virtuais lideram as causas

O aumento do custo de vida, o acesso ao crédito e o avanço de dívidas com apostas e jogos virtuais estão entre os fatores que explicam o endividamento recorde de 77,6% das famílias brasileiras em 2025. O impacto financeiro na população é comprovado pela Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, divulgada pela Confederação Nacional do Comércio (CNC). Marcelo Valle, professor de Relações Internacionais do Centro Universitário de Brasília (CEUB), explica que a combinação entre falta de educação financeira e crédito fácil leva muitas famílias a se enrolarem com dívidas impagáveis e aponta caminhos para sair dessa situação.

 

Confira entrevista, na íntegra:

 

O que levou tantas pessoas a se endividarem? Quais são os principais “vilões” do orçamento doméstico?

MV: Diversos fatores contribuem para o atual endividamento. Um dos principais é a facilidade cada vez maior de acesso ao crédito: muitas pessoas têm dois, três ou até mais cartões, além de diversas linhas de financiamento. O problema é que boa parte da população nunca teve uma formação sólida em educação financeira e acaba assumindo compromissos sem ter real noção do impacto no orçamento.

 

Além disso, as despesas essenciais pesam cada vez mais: alimentos, tarifas públicas, impostos, combustível e mensalidades escolares sofreram reajustes significativos. E um fator recente, mas bastante preocupante, é o aumento do endividamento com jogos de azar e apostas virtuais, que tem levado famílias inteiras à bancarrota.

 

Quais os riscos de pegar empréstimos para quitar dívidas antigas?

MV: O principal risco é continuar alimentando o ciclo do endividamento. Trocar uma dívida antiga por outra nova só faz sentido se o novo empréstimo tiver juros mais baixos e um prazo que permita melhor organização financeira. Se a pessoa não fizer mudanças estruturais, como reduzir despesas e reavaliar o padrão de consumo, o empréstimo vira apenas mais um compromisso, adiando o problema em vez de resolvê-lo.

 

Quais são os primeiros passos que alguém endividado deve tomar para organizar as finanças e sair do vermelho?

MV: O primeiro passo é ter clareza do tamanho da dívida: saber quanto se deve, para quem e em quais condições. Muitas pessoas possuem dívidas pulverizadas, como cartões, boletos, empréstimos e só percebem a gravidade ao somar tudo. Em seguida, é essencial revisar o padrão de consumo e identificar o que pode ser cortado. Isso pode incluir abrir mão de bens, como um dos carros da família, ou procurar alternativas de renda. A reorganização financeira exige honestidade, disciplina e, muitas vezes, decisões difíceis.

 

Como montar um orçamento doméstico eficaz e evitar o endividamento?

MV: Hoje, há muitos cursos e ferramentas gratuitas, como planilhas e aplicativos, que ajudam no controle financeiro. Um bom orçamento parte da definição de limites claros de gasto em cada categoria: moradia, transporte, alimentação, educação, lazer etc. A chave é saber exatamente para onde está indo o dinheiro. Muitos se surpreendem ao ver o quanto gastam com pequenos hábitos recorrentes, como delivery, transporte por aplicativo ou saídas frequentes. A organização revela onde é possível cortar para equilibrar o orçamento.

 

Quais hábitos simples do dia a dia podem ajudar a manter as contas em ordem?

MV: Pequenas atitudes fazem grande diferença. Cozinhar em casa, planejar as compras, controlar o uso de energia elétrica e evitar desperdícios são exemplos. Compartilhar caronas ajuda a economizar e ainda melhora o trânsito. O segredo está na disciplina: anotar gastos, planejar refeições, evitar o consumo por impulso e ter consciência do impacto de cada hábito no orçamento mensal.

 

Quais são os erros mais comuns que as pessoas cometem ao tentar sair das dívidas?

MV: O erro mais frequente é alongar indefinidamente as dívidas, criando a falsa sensação de alívio ao fazer novos empréstimos ou usar o cartão para ganhar tempo. Isso mascara o problema real, que é o desequilíbrio entre receitas e despesas. Muitas famílias resistem a cortar gastos e a reduzir o padrão de vida, mesmo quando a renda já não comporta mais. Sem essa mudança, o endividamento vira uma bola de neve.

 

É possível renegociar dívidas de forma vantajosa? O que deve ser levado em conta ao negociar?

MV: Sim, é possível e, muitas vezes, vantajoso. Em situações de inadimplência, é comum que credores ofereçam reduções significativas, como descontos de 50% ou mais, para receber parte da dívida. Porém, a renegociação deve ser feita com planejamento. Antes de fechar um acordo, é importante avaliar se a nova condição cabe no orçamento e se haverá capacidade real de cumprir os pagamentos.

 

Qual a importância da educação financeira e como ela pode mudar o comportamento de consumo?

MV: A educação financeira é fundamental e ainda pouco difundida no Brasil. Mesmo em escolas particulares, o tema é tratado de forma superficial. Já nas públicas, é praticamente inexistente. Em países como os Estados Unidos e nações da Europa, jovens chegam à maioridade com noções sólidas sobre orçamento, poupança e crédito. Aqui, essa formação ainda é escassa, o que contribui para decisões ruins no consumo e no uso do crédito.

 

Para quem tem renda variável ou informal, como organizar o orçamento de forma mais segura?

MV: Quem vive de renda variável ou trabalha na informalidade deve ser ainda mais cauteloso. Como a receita não é fixa, é fundamental manter uma reserva financeira equivalente a, pelo menos, três meses de despesas. Isso garante uma rede de segurança em caso de imprevistos, como foi, o lockdown na pandemia da Covid-19, que pegou muitos informais de surpresa e os levou à instabilidade financeira.

XV Congresso do Mercosul de Direito de Família e Sucessões reúne especialistas em Bento Gonçalves
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Crédito: Rafael Cavalli

Encontro será realizado nos dias 29 e 30 de maio e reunirá mais de 1 mil participantes

Nos dias 29 e 30 de maio, a cidade de Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha, será palco de um dos mais importantes encontros jurídicos da América Latina na área de Direito de Família e Sucessões. O XV Congresso do Mercosul de Direito de Família e Sucessões, promovido pelo Instituto Brasileiro de Direito de Família – Seção Rio Grande do Sul (IBDFAM-RS), chega à sua 15ª edição consolidado como referência no cenário jurídico nacional e internacional.

O evento será realizado pela primeira vez em Bento Gonçalves, no Dall’Onder Grande Hotel, e deve reunir mais de 1 mil participantes. Durante dois dias intensos, o congresso contará com mais de 30 palestrantes em painéis, mesas-redondas e debates que abordarão as principais tendências, desafios e transformações que impactam o Direito de Família e Sucessões no Brasil e no Mercosul.

A programação traz à tona temas contemporâneos e urgentes, como a reforma do Código Civil, que propõe mudanças profundas nas relações privadas no país, com foco especial nas áreas de família e sucessões. Também serão debatidas as parentalidades atípicas, com destaque para a participação de um palestrante autista e sua mãe, que compartilharão suas vivências.

Mais do que um espaço de atualização e aprofundamento técnico, o congresso também se destaca como uma oportunidade de networking e troca de experiências entre profissionais de diversas regiões do país. “Mais do que um evento de direito de Família, temos a missão de construir um espaço de caráter interdisciplinar, que é uma característica do IBDFAM. Com isso, o evento conta com a conexão de outros profissionais, como acadêmicos e profissionais das áreas de Serviço Social e Psicologia”, salienta o advogado Conrado Paulino da Rosa, Presidente do IBDFAM - RS. 

O congresso é uma realização do Instituto Brasileiro de Direito da Família (Rio Grande do Sul) e conta com patrocínio diamante do Colégio Notarial do Brasil - Rio Grande do Sul e da Fundação Escola Superior do Ministério Público, com patrocínio prata da Associação dos Advogados e de Rogério Brochado, com patrocínio bronze da Editora Juspodivm e do Direito em Prática, com Vinícolas da ‘‘família do IBDFAM-RS’’ Aurora, Castellamare San Diego e Salton, e apoio da Associação Brasileira Criança Feliz. 

As inscrições podem ser realizadas pelo site www.congressomercosul.com.

32ª ExpoBento alcança mais de 60% de comercialização
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Prometendo novidades, feira ocorre de 30 de maio a 09 de junho, de forma integrada a 19ª Fenavinho

A promessa de inovações que acompanha a 32ª ExpoBento vem conquistando a simpatia das empresas – interessadas em confirmar sua condição de expositoras na maior feira multissetorial de compras e entretenimento do país. Prova disso é que faltando pouco mais de quatro meses para o início da programação (de 30 de maio a 9 de junho no Parque de Eventos de Bento Gonçalves), mais de 60% dos espaços já estão comercializados.

 

Alguns segmentos encontram-se em estágios bem avançados. É o caso, por exemplo, do setor de Moda, um dos mais procurados pelos visitantes da ExpoBento. Esse espaço ultrapassou os 80% de comercialização. "Toda a Diretoria e assessorias estão focados em no trabalho de bastidores com empenho e dedicação para entregar mais uma edição repleta de oportunidades aos expositores e, claro, ao público, oferecendo novas experiências e lazer de qualidade. O grupo está realmente engajado no compromisso expresso pelo tema desta edição: Juntos, inovamos para você! Será uma nova ExpoBento, ainda mais identificada com os desejos dos visitantes, comenta o diretor-geral, Tiago Casagrande.

 

As mudanças fazem parte de uma estratégia que responde aos apontamentos de uma pesquisa de satisfação levantada junto aos frequentadores da edição de 2023. Baseada nisso, a diretoria da feira vem promovendo alterações na proposta da feira, de modo a otimizar a visitação e, também, construir uma proposta mais sustentável, que deve superar a participação de 450 marcas neste ano.

 

Quem visitar a ExpoBento encontrará novidades tanto de layout quanto de atrativos. O segmento da Indústria e Comércio teve seu trajeto remodelado no Pavilhão A, que passa a abrigar, também, projetos temáticos especiais. Outro ambiente que passa a ganhar mais evidência é o Salão Automotivo. A atração terá mais espaço, agora no Pavilhão F, para expor as novidades do setor. Quem também estará de 'casa' nova é a Agroindústria Familiar. Celebrado pelos visitantes que procuram queijos, salames, biscoitos, geleias e outros produtos, o espaço será realocado para o pavilhão D, ganhando mais espaço para aumentar a interação entre produtor e visitante.

 

Outra mudança anunciada pelo Centro da Indústria, Comércio e Serviços de Bento Gonçalves (CIC-BG), promotor da feira, é a maior integração dessa com a Fenavinho. A festa chega à sua 19ª edição apresentando ao público uma área maior e um novo layout, a fim de aprimorar a qualidade das experiências enogastronômicas. Nessa remodelada Fenavinho, as vinícolas expositoras ganham mais autonomia para criar seus estandes e preparar atrativos a fim de que os visitantes possam apreciar vinhos e espumantes consagrados, bem como degustar a gastronomia do espaço. A proposta convida a ampliar as possibilidades de harmonização com a famosa culinária da Serra. Na festa, cinco restaurantes farão o atendimento, oferecendo, cada qual, suas especialidades – tábua de frios, pizzas, massas, pratos típicos regionais e cozinha oriental.

Sucesso na edição passada da Fenavinho, o Bodegão estará de volta e é outro que terá sua proposta ampliada. Ambiente de valorização à figura do colono produtor de uva, o lugar condensa espaço de cultivo dos hábitos de quem mora no interior, como o carteado praticado nos salões comunitários. Outra ideia mantida são as mesas coletivas para refeições, também utilizadas para acompanhar à agenda de atividades artísticas da festa.

A comercialização segue aberta, com informações disponíveis pelo fone/whats 54 99139-2951 ou no site www.expobento.com.br

Aplicativo Nota Fiscal Fácil é finalista do Prêmio Tributare
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Tela inicial do aplicativo Nota Fiscal Fácil - Foto: Ascom Sefaz

O aplicativo Nota Fiscal Fácil (NFF), que busca simplificar a emissão de documentos fiscais, está entre os quatro finalistas do Prêmio Tributare. A comissão julgadora escolheu os projetos dentre 19 inscritos. Será realizada uma cerimônia, em 30 de novembro, no auditório da Escola Nacional de Administração Pública (Enap), em Brasília, para anunciar os vencedores.

O Prêmio Tributare está em sua segunda edição e é uma iniciativa da Associação Nacional das Associações de Fiscais de Tributos Estaduais (Febrafite), em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários (Encat), Samambaia Filantropias e Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Estadual de São Paulo (Sinafresp).

O objetivo da disputa é reconhecer e valorizar o trabalho das administrações tributárias que colaboram com o aprimoramento da justiça fiscal e com o fortalecimento das relações com os contribuintes. O primeiro colocado receberá um prêmio em dinheiro no valor de R$ 15 mil. O segundo e o terceiro serão contemplados com R$ 10 mil e R$ 5 mil, respectivamente.

O ex-coordenador-técnico adjunto do Encat, Vinícius de Freitas, explica que a ideia do NFF, quando proposto, em 2019, era abstrair toda a complexidade da legislação do ICMS na emissão de nota fiscal por pequenos contribuintes. Na época, foram mais de 50 reuniões em diversos fóruns.

Retornando à Receita Estadual do Rio Grande do Sul, o auditor-fiscal acredita que o empenho valeu a pena: “Sem dúvida, esse prêmio reconhece que nossos esforços e objetivos eram justificados”, comemora Freitas, que atuou por dois anos no Centro Interamericano de Administrações Tributárias.

Sobre o NFF

O objetivo do NFF é tornar o processo de emissão de documentos fiscais eletrônicos o mais simples possível, com poucos toques na tela do celular. Dessa forma, a ferramenta se diferencia dos sistemas tradicionais, que exigem o preenchimento de vários campos.

Os usuários devem fazer é preencher os dados sobre os produtos vendidos. Eles informam o tipo de operação, a quantidade, o preço, os clientes e os transportadores. Depois, quando a operação é autorizada, o aplicativo preenche de forma automática as informações sobre impostos e demais dados fiscais. A nota fiscal é emitida e pode ser compartilhada. 

Um dos principais diferenciais do aplicativo é que ele pode ser utilizado mesmo sem internet, o que torna o processo ainda mais fácil, principalmente para produtores rurais, que trabalham no campo, onde muitas vezes não há conexão disponível. Os usuários preenchem as informações de forma off-line e, assim que o acesso à internet é restabelecido, a nota fiscal é gerada.

A ferramenta está disponível para produtores rurais de 200 tipos de produtos, além de transportadores autônomos de cargas e donos de empresas enquadradas no Simples Nacional. Para esses últimos, as notas podem ser emitidas para os casos de revenda de qualquer tipo de produto ou de produção própria de bares, restaurantes e similares.

Concebido pelo Encat, o aplicativo foi desenvolvido com tecnologia da Procergs, em um projeto que foi fruto da parceria da Sefaz, por meio da Receita Estadual, com o Sebrae Nacional. A ferramenta também é utilizada em outros Estados do país.

Conheça os finalistas

O projeto Cooperação Fiscal, da Secretaria da Fazenda do Espírito Santo, também é um dos finalistas da disputa. O sistema identifica irregularidades tributárias e as publica na Agência Virtual, possibilitando aos contribuintes a autorregularização.

O outro finalista, o Contribuinte Pai d’Égua, da Secretaria da Fazenda do Ceará, busca transformar a relação entre a administração tributária e os contribuintes por meio de relacionamento e fortalecimento da confiança entre fiscos e empresas. O programa adota uma abordagem mais colaborativa para alcançar a conformidade tributária, acreditando que o viés punitivo pode gerar desconfiança e aversão.

A Secretaria da Fazenda de Santa Catarina concorre com a inteligência artificial utilizada para a identificação de produtos informados nos documentos fiscais eletrônicos, mesmo quando eles contêm erros gramaticais ou abreviações, por exemplo.

O projeto do município de Curitiba, no Paraná, que trata de novos procedimentos de fiscalização do Imposto Sobre Serviços (ISS), receberá certificado de menção honrosa.  

Texto: Ascom Sefaz
Edição: Secom

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