Agricultura

Emater/RS-Ascar atualiza dados da Fruticultura no RS

Uva, laranja, banana, bergamota, melancia, moranguinho. Qual sua fruta preferida? Você sabe em que época e em quais regiões são produzidas e quantos são os produtores envolvidos? Para avaliar essas entre outras informações, a Emater/RS-Ascar, em conjunto com a Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), concluiu o Levantamento da Fruticultura Comercial do RS - 2020. Os dados foram coletados pelas equipes municipais da Emater/RS-Ascar em contato com os produtores e outros atores envolvidos nas cadeias produtivas das frutas. Na pesquisa foram informados dados de área, produção e unidades produtivas totais para cada cultura e município, bem como a área, produção e unidades produtivas em ambiente protegido também para cada cultura e município. A abrangência se estende aos 497 municípios do Estado.

O levantamento faz referência à produção comercial no ano de 2020. Para as culturas que já foram colhidas, considerou-se a produção consolidada; enquanto que para as que ainda estão por colher, considerou-se a expectativa de produção, observando referências históricas.

“Os relatórios realizados pela Emater têm o grande objetivo da atualização”, afirma o diretor técnico Alencar Rugeri, ao explicar que, de forma periódica, a Emater/RS-Ascar realiza os levantamentos frutícola e de olerícolas, para visualizar o comportamento de cada setor. “Para nossa satisfação, esses relatórios têm nos apresentado avanços, que nos dão o indicativo de que a Emater está no caminho certo ao trabalhar com a Fruticultura e a Olericultura, na diversificação das atividades e na geração de renda das famílias produtoras”, avalia Rugeri.

PRODUÇÃO, UNIDADES PRODUTIVAS E HECTARES

De acordo com o Levantamento, 37 espécies frutícolas são cultivadas em uma área total de 135.697 hectares, envolvendo 48.811 Unidades Produtivas (UPs) e gerando uma produção de 2.285.543 toneladas. As unidades produtivas representam cerca de 13% do total de estabelecimentos rurais do Estado, caracterizando-se na maior parte dos cultivos como atividade que demanda intensa mão de obra familiar ou contratada.

Deste total, os cultivos em áreas protegidas representam 3.982 hectares, em 3.185 unidades produtivas, responsáveis pela produção de 122.676 toneladas. Dos 16 cultivos em área protegida, 3.809 hectares (95,6%) concentram-se em cinco culturas: a maçã, com 2.583 ha, a uva de mesa, com 586 ha, o morango, com 496 ha, o pêssego de mesa, com 104 ha, e o melão, com 40 ha. A área restante, de 143 hectares, distribui-se em outras 11 culturas (ameixa, caqui, pera, kiwi, uva indústria, nogueira pecã, amora-preta, framboesa, pitaia, bergamota e laranja).

As principais frutícolas produzidas no RS são uva de indústria (708.645 toneladas, produzidas por 14.275 UPs, numa área de 41.086 hectares, sendo Flores da Cunha o município maior produtor), destinada à fabricação de vinhos, sucos e outros derivados, e a maçã (499.086 ton; 740 UPs; e 16.588 ha, sendo Vacaria o maior produtor), ambas concentradas nas regiões da Serra, Campos de Cima da Serra e Nordeste do Estado.

A laranja (273.292 ton; 7.864 UPs; e 14.392 ton), cultivo estimulado por programas de incentivo à citricultura em anos passados, expandindo-se para além da área tradicional dos Vales do Caí e Taquari, deslocando-se para as regiões Norte e Médio e Alto Uruguai do RS, sendo Liberato Salzano o município maior produtor do Estado.

A melancia (218.229 ton; 1.375 UPs; e 11.033 ha) é cultivada em alguns polos regionais tradicionais, como na região carbonífera, mas com expansão nos últimos anos para as regiões do Vale do Rio Pardo, da Campanha e outras no Estado. O município com maior produção é Triunfo, com 39 mil toneladas anuais, devido à produtividade obtida, de 30 ton./ha, acima da média estadual. Segue-se Encruzilhada do Sul, com 35 mil toneladas, município este que apresenta a maior área do Estado, com 2.500 ha, mas com produtividade de 14 ton./ha, inferior à média estadual. São Jerônimo destaca-se pela terceira posição em área cultivada e por ser o município que envolve o maior número de unidades produtivas, 60 delas. Destacam-se pela produtividade obtida Pedro Osório, com 35,8 ton./ha, e Rosário do Sul, com 35 ton./ha.

Outra citrícola, a bergamota (160.670 ton; 4.841 UPs; e 9.790 ha) é predominante na região do Vale do Caí, em especial no município de Montenegro, mas com expansão de área em diversas regiões. Já a banana (124.004 ton; 2.681 UPs; e 10.924 ha) é cultivada de forma tradicional no Litoral Norte do RS, sendo Três Cachoeiras, Morrinhos do Sul e Mampituba os maiores produtores do RS, com produtividades próximas ou acima da média estadual. Esses seis cultivos representam 87% do volume total de 2.285.543 toneladas, da produção comercial de cultivos frutícolas do Estado.

OUTROS DESTAQUES

O pêssego de mesa (69.189 ton; 2.386 UPs; e 4.618 ha), cultivado na maior parte na região da Serra, somado ao pêssego de indústria (39.313 ton; 1.010 UPs; e 5.002 ha), concentrada na região Sul do Estado, demostram a força da Persicultura no cenário da Fruticultura estadual.

O RS apresenta ainda, como grandes produções, a uva de mesa (51.917 ton; 2.589 UPs; e 3.102 ha), o caqui (28.522 ton; 1.162 UPs; e 1.970 ha), o morango (26.650 ton; 2.467 UPs; e 552 ha), o limão (13.995 ton; 763 UPs; e 783 ha) e o melão (9.451 ton; 905 UPs; e 775 ha).

Destaque também para a cultura da Nogueira Pecã (2.226 ton; 1.408 UPs; e 5.720 ha), cultivada em diversas regiões do RS, com maior expressão nas regiões Central, Centro Sul, Vale do Rio Pardo e Vale do Taquari. A produtividade média de 0,4 ton./ha ainda é baixa no Estado, em função da precocidade da maioria dos pomares. Cachoeira do Sul destaca-se como o maior produtor, apresentando também a maior área de plantio. O destaque em número de unidades produtivas é o município de Anta Gorda, com 294.

É considerada emergente no Estado a cultura da Oliveira (2.114 ton; 210 UPs; e 4.431 ha), cultivada nas regiões Centro Sul, Central, Campanha e Fronteira Oeste. A produção e a produtividade média de 0,5 ton./ha ainda são pequenas devido à precocidade da maioria dos pomares. Destacam-se com maior área plantada no Estado os municípios de Canguçu e Pinheiro Machado, seguindo-se Cachoeira do Sul, Bagé, Santana do Livramento, Sentinela do Sul, Caçapava do Sul, Candiota, São Sepé e Dom Feliciano, todos com área de cem hectares ou mais.

O Levantamento considera ainda as culturas do limão (783 ha), melão (775 ha), morango (552 ha), do abacaxi (387 ha), do maracujá (283 ha), da goiaba (218 ha), da amora preta (253 ha), da pitaia (110 ha), do abacate (68 ha) e do mirtilo (66 ha), da framboesa (22 ha) e da manga (23 ha) como frutícolas diversificadas e emergentes na produção e no mercado gaúcho.

Foto: Fernando Dias/Seapdr

POR ADRIANE BERTOGLIO RODRIGUES/ASSESSORIA DE IMPRENSA DA EMATER/RS-ASCAR

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Acordo prevê ensino e pesquisa para estudantes agrícolas da Serra Gaúcha

Um acordo de cooperação firmado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) com a Associação Escola Família Agrícola da Serra Gaúcha (AEFASerra) vai permitir que estudantes da escola agrícola possam ter aulas no Centro de Pesquisa Celeste Gobbato, em Caxias do Sul, aliando ensino e pesquisa. O documento foi assinado pelo secretário Covatti Filho nesta segunda-feira (20), estipulando prazo de cinco anos e possibilidade de prorrogação.

O acordo de cooperação institui o programa “Ação conjunta voltada à formação profissional de jovens na Serra Gaúcha” e prevê a demonstração de técnicas atualizadas das áreas de vitivinicultura, horticultura, agroindústria de alimentos e desenvolvimento rural e agronegócios. 

O Centro de Pesquisa Celeste Gobbato, pertencente à secretaria, atua em linhas de pesquisa relacionadas às áreas de horticultura, desenvolvimento rural e agronegócios, além de ter um programa de produção de vinhos.

 

Em suas dependências também está instalado, desde 1996, o Centro de Treinamento de Agricultores da Fazenda Souza (CEFAS), coordenado pela Emater/RS-Ascar, que oferece cursos de capacitação em Agroindústria. “Toda essa estrutura poderá ser utilizada para demonstrações técnicas e também pesquisas com caráter educativo para os estudantes. É uma demanda de muitos anos que finalmente conseguimos concretizar”, destaca o secretário Covatti Filho.

Devido à pandemia do novo coronavírus, o grupo de pesquisadores do Centro de Pesquisa e os professores da EFASerra estão delineando um plano de trabalho que seja condizente com as restrições impostas pela atual situação. “Estamos conversando, elaborando o plano de trabalho e já pensamos em atividades online com os alunos neste primeiro momento de retorno às aulas. Assim que possível, quando for permitido, poderemos fazer as demonstrações presencialmente e propor projetos de pesquisa para os estudantes”, detalha o pesquisador Alexander Cenci.

Texto: Elaine Pinto/Ascom Seapdr
Edição: Secom

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Pesquisa da Seapdr mostra que fungo aumenta produtividade de milho em 2,4 mil quilos por hectare

Depois de uma quebra de safra devido à estiagem, uma boa notícia para os produtores de milho do Rio Grande do Sul: pesquisa em campo realizada pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) constatou aumento de mais de 2,4 mil quilos por hectare na produtividade do milho híbrido quando semeado com inoculação do fungo Trichoderma harzianum. O ensaio foi conduzido em campo experimental em São Borja, nesta safra, antes do período da seca.

Pesquisadores e técnicos do Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária da Secretaria (DDPA/Seapdr) semearam duas parcelas de milho híbrido lado a lado no campo experimental. O manejo da cultura ocorreu normalmente em ambas as parcelas, com adição de fertilização mineral e controle fitossanitário.

 

A diferença foi a inoculação no momento da semeadura. Em uma parcela, não houve tratamento de sementes; na outra, as sementes de milho foram imersas em um inoculante que continha isolados do fungo Trichoderma harzianum, produzido no Laboratório de Insumos Biológicos do Centro de Pesquisa em Florestas, de Santa Maria. Enquanto a parcela de plantas não inoculadas produziu 13.800 quilos por hectare, a de plantas provenientes de sementes inoculadas somou 16.232 quilos por hectare.

 

“A inoculação do fungo resultou em incrementos significativos na produtividade do milho. Observamos efeitos positivos do tratamento sobre o comprimento e o diâmetro da espiga, o número de grãos por linha, o peso total da espiga e o peso total de grãos por espiga”, afirma a pesquisadora Gerusa Steffen.

 

O estudo sugere que o fungo Trichoderma causou um aumento na quantidade de raízes e no diâmetro do caule das plantas que foram inoculadas. “Com isso, houve um aumento da capacidade das plantas em absorver e translocar nutrientes e água durante o ciclo da cultura”, explica Gerusa.

 

 

A pesquisadora aponta para a vantagem deste fungo ser encontrado naturalmente no solo do Rio Grande do Sul, ter crescimento rápido e habilidade para sobreviver em diferentes tipos de substratos, além de se associar beneficamente a outras espécies de cultivos agrícolas e florestais. “O Trichoderma é considerado um microrganismo com múltiplas funções, podendo ser utilizado tanto para a promoção de crescimento vegetal como para o controle de diversos fitopatógenos”, detalha.

 

O inoculante de Trichoderma produzido pelo DDPA/Seapdr ainda não é comercial e está passando por testes em diferentes culturas. Os resultados completos do estudo sobre a cultura de milho híbrido serão publicados em comunicado técnico nos próximos meses.

 

Mais informações sobre a pesquisa podem ser obtidas pelo e-mail florestas@agricultura.rs.gov.br ou pelos telefones (55) 3228-1045 e 3228-1212.

Texto: Elaine Pinto/Ascom Seapdr
Edição: Secom

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Rio Grande do Sul embarca 22 mil cabeças de gado para Jordânia

A pecuária gaúcha está para concluir um dos maiores embarques de exportação de gado vivo. São cerca de 22 mil animais que estão sendo levados e embarcados no porto de Rio Grande com destino à Jordânia - país que, ao lado da Turquia e do Egito, é um dos principais importadores de gado gaúcho. 

"A exportação de gado vivo é uma operação logística de processos complexos, com acompanhamento dos técnicos da Secretaria da Agricultura. A genética de nosso gado é bastante procurada pelos países árabes, e a exportação é mais uma alternativa de renda para nossos pecuaristas", afirma o secretário Covatti Filho.

Os animais são oriundos de duas propriedades. A fazenda Angus, em Rio Grande, enviou 9,5 mil cabeças de gado. Nesta segunda-feira (30), a partir das 14h, começa o transporte de 12,5 mil animais da fazenda Del Sur, em Capão do Leão. “O embarque ainda está sendo feito e deve concluir na quarta ou quinta-feira", conta o extensionista rural José Fernando Santos da Silva, que está acompanhando o embarque dos animais junto com a técnica agrícola Elisana Bilhalva Vitória, ambos da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr).

A Seapdr faz todo o acompanhamento do embarque, realizando a fiscalização sanitária e observância do bem-estar dos animais desde a propriedade, o período de quarentena, até o embarque no porto de Rio Grande. Com os riscos de contaminação por causa da pandemia de Covid-19, os técnicos da Seapdr envolvidos na operação de embarque estão adotando medidas de proteção extras, como o uso de máscaras, distanciamento físico e uso de álcool gel.

Técnicos da Secretaria acompanham o embarque de 22 mil animais para a Jordânia

Ministra e embaixador da China debatem relação comercial entre países

A relação comercial entre Brasil e China foi o tema central da reunião entre a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e o embaixador chinês Yang Wanming, na manhã desta terça-feira (4). “Tratamos das nossas parcerias comerciais que devem continuar tranquilamente, sem nenhum sobressalto, porque o Brasil é um grande parceiro da China na área de produtos agrícolas”, disse a ministra após a reunião.

A ministra destacou que a China abriu o mercado para o melão brasileiro e está sob análise a exportação de uva brasileira para os chineses. “Com a abertura do mercado para o melão, os nossos empresários estão fazendo os contatos na China para poder fazer as exportações. Nós já começamos a trabalhar o certificado sanitário da uva que é a próxima fruta que o Brasil quer exportar para China”, ressaltou.

O embaixador relatou as medidas adotadas pelo governo chinês em relação ao coronavírus. “Vamos acompanhar de perto. É muito importante essa proximidade do embaixador conosco, para estar sempre nos municiando, mas por enquanto tudo normal”, afirmou a ministra, acrescentando que a questão de saúde está sob a coordenação do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

Segundo a ministra, no que diz respeito ao setor agropecuário, não há restrição ao intercâmbio comercial entre os dois países devido ao surto de coronavírus. O Brasil exporta para a China, principalmente, soja e carnes bovina, suína e de frango.

“Nós temos um procedimento de habilitação de frigoríficos que está andando no seu ritmo. Isso está em processo normal de encaminhamentos lá na China, nos ministérios e na aduana. Não mudou nada. O que pode ter atrapalhado a movimentação foi o feriado do ano novo chinês, que foi prolongado por causa do coronavírus”, argumentou.

O embaixador afirmou que a relação comercial entre os dois países no setor agropecuário é duradoura e será cada dia mais estreita. “O governo chinês se dedica a manter essa relação de longo prazo e estável com o governo brasileiro. Os produtos agrícolas brasileiros são bem-vindos. Não acredito que a relação sino-brasileira será prejudicada (pelo surto)”, disse.

Participaram da reunião, além da ministra e do embaixador, secretário de Comércio e Relações Internacionais, Orlando Ribeiro, o ministro conselheiro Qu Yuhui e o diplomata Zhu Yue.

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Informações à imprensa
imprensa@agricultura.gov.br 

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Agroindústrias locais marcam presença na abertura da estação vindima 2020

O período da vindima foi aberto oficialmente na última sexta-feira, 17, celebrando o cultivo e a colheita do fruto mais emblemático de Bento Gonçalves: a uva. Na Rua Coberta, comunidade e visitantes puderam desfrutar de vinhos e espumantes, da gastronomia típica e da produção das agroindústrias familiares locais.


Neste ano, onze estabelecimentos estiveram expondo seus produtos. Geleias, pães, biscoitos, cucas, bolos, torta tirolesa, doces caramelados, ovos, sucos e vinhos coloniais, estiveram entre as opções.


Os sabores da agricultura bento-gonçalvense também marcaram presença na festa, a partir da participação de agricultores que comercializam na Feira do Produtor Rural, que trouxeram variedades de uva, além de melão, pêssego e figo.


"Foi uma experiência positiva. É muito importante ter esse espaço para divulgar os nossos produtos, que são diferenciados. O pessoal que provava os doces voltava pra buscar mais. Tivemos uma ótima aceitação. Com certeza, participaria novamente", comenta a proprietária da agroindústria Doces Lisa Bucco, Agda Bucco Tomasi.


O secretário de Desenvolvimento da Agricultura, Dorval Brandelli, destaca a importância dessa valorização. "Em uma festa que comemora mais um ano de colheita e o trabalho dos nossos agricultores, a presença das agroindústrias familiares foi imprescindível. É o reconhecimento e o incentivo do que é produzido aqui. É dar visibilidade aos produtos, que tem garantia de ótima qualidade", enfatiza.


As agroindústrias familiares que estiveram presentes foram: Doces Dall'Oglio, Anita Marcolin, Janete Produtos Coloniais, Casa Adesso, Porão do Vale, Piccola Cantina, Gallon Sucos, Ovos Coloniais Polônia, Casa Rebello, Iracema Dalpiva e Doces Lisa Bucco.

Assessoria de Comunicação Social da Prefeitura

Fotos: Laura Kirchhof

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