Agricultura

Prefeitura organiza ações para safra da uva

A Secretaria de Desenvolvimento da Agricultura prepara o cronograma de ações no interior do Município para safra da uva. A operação "Bento na safra" já iniciou com limpeza, roçada, manutenção das estradas e iluminação. Nesta terça-feira (05) foi realizada uma reunião com os subprefeitos para organizar a programação.

 

Participaram o Secretário Volnei Christófoli, o adjunto Antônio Somensi, o coordenador dos distritos, José Bertuol, subrepfeitos do Vale dos Vinhedos, Marciano Batistello, de São Pedro, Leonildo Cavalet, de Faria Lemos, Luis Carlos De mari e de Tuiuty, Tiago Coser.  

 

Conforme Christófoli as ações iniciam com um mutirão em Faria Lemos e seguem conforme a demanda da safra. "O interior do Município é prioridade da administração e por isso já iniciamos o trabalho nas comunidades. Nossa programação seguirá o fluxo da safra e atenderemos todas localidades. Nossa missão é fazer com que o interior se desenvolva, e tenhamos a melhor safra de todas. Sempre claro, ouvindo o agricultor", disse.  

 

 

 

Assessoria de Comunicação Social Prefeitura

Foto: Vinicius Pizzetti

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Acordo prevê ensino e pesquisa para estudantes agrícolas da Serra Gaúcha

Um acordo de cooperação firmado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) com a Associação Escola Família Agrícola da Serra Gaúcha (AEFASerra) vai permitir que estudantes da escola agrícola possam ter aulas no Centro de Pesquisa Celeste Gobbato, em Caxias do Sul, aliando ensino e pesquisa. O documento foi assinado pelo secretário Covatti Filho nesta segunda-feira (20), estipulando prazo de cinco anos e possibilidade de prorrogação.

O acordo de cooperação institui o programa “Ação conjunta voltada à formação profissional de jovens na Serra Gaúcha” e prevê a demonstração de técnicas atualizadas das áreas de vitivinicultura, horticultura, agroindústria de alimentos e desenvolvimento rural e agronegócios. 

O Centro de Pesquisa Celeste Gobbato, pertencente à secretaria, atua em linhas de pesquisa relacionadas às áreas de horticultura, desenvolvimento rural e agronegócios, além de ter um programa de produção de vinhos.

 

Em suas dependências também está instalado, desde 1996, o Centro de Treinamento de Agricultores da Fazenda Souza (CEFAS), coordenado pela Emater/RS-Ascar, que oferece cursos de capacitação em Agroindústria. “Toda essa estrutura poderá ser utilizada para demonstrações técnicas e também pesquisas com caráter educativo para os estudantes. É uma demanda de muitos anos que finalmente conseguimos concretizar”, destaca o secretário Covatti Filho.

Devido à pandemia do novo coronavírus, o grupo de pesquisadores do Centro de Pesquisa e os professores da EFASerra estão delineando um plano de trabalho que seja condizente com as restrições impostas pela atual situação. “Estamos conversando, elaborando o plano de trabalho e já pensamos em atividades online com os alunos neste primeiro momento de retorno às aulas. Assim que possível, quando for permitido, poderemos fazer as demonstrações presencialmente e propor projetos de pesquisa para os estudantes”, detalha o pesquisador Alexander Cenci.

Texto: Elaine Pinto/Ascom Seapdr
Edição: Secom

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Pesquisa da Seapdr mostra que fungo aumenta produtividade de milho em 2,4 mil quilos por hectare

Depois de uma quebra de safra devido à estiagem, uma boa notícia para os produtores de milho do Rio Grande do Sul: pesquisa em campo realizada pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) constatou aumento de mais de 2,4 mil quilos por hectare na produtividade do milho híbrido quando semeado com inoculação do fungo Trichoderma harzianum. O ensaio foi conduzido em campo experimental em São Borja, nesta safra, antes do período da seca.

Pesquisadores e técnicos do Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária da Secretaria (DDPA/Seapdr) semearam duas parcelas de milho híbrido lado a lado no campo experimental. O manejo da cultura ocorreu normalmente em ambas as parcelas, com adição de fertilização mineral e controle fitossanitário.

 

A diferença foi a inoculação no momento da semeadura. Em uma parcela, não houve tratamento de sementes; na outra, as sementes de milho foram imersas em um inoculante que continha isolados do fungo Trichoderma harzianum, produzido no Laboratório de Insumos Biológicos do Centro de Pesquisa em Florestas, de Santa Maria. Enquanto a parcela de plantas não inoculadas produziu 13.800 quilos por hectare, a de plantas provenientes de sementes inoculadas somou 16.232 quilos por hectare.

 

“A inoculação do fungo resultou em incrementos significativos na produtividade do milho. Observamos efeitos positivos do tratamento sobre o comprimento e o diâmetro da espiga, o número de grãos por linha, o peso total da espiga e o peso total de grãos por espiga”, afirma a pesquisadora Gerusa Steffen.

 

O estudo sugere que o fungo Trichoderma causou um aumento na quantidade de raízes e no diâmetro do caule das plantas que foram inoculadas. “Com isso, houve um aumento da capacidade das plantas em absorver e translocar nutrientes e água durante o ciclo da cultura”, explica Gerusa.

 

 

A pesquisadora aponta para a vantagem deste fungo ser encontrado naturalmente no solo do Rio Grande do Sul, ter crescimento rápido e habilidade para sobreviver em diferentes tipos de substratos, além de se associar beneficamente a outras espécies de cultivos agrícolas e florestais. “O Trichoderma é considerado um microrganismo com múltiplas funções, podendo ser utilizado tanto para a promoção de crescimento vegetal como para o controle de diversos fitopatógenos”, detalha.

 

O inoculante de Trichoderma produzido pelo DDPA/Seapdr ainda não é comercial e está passando por testes em diferentes culturas. Os resultados completos do estudo sobre a cultura de milho híbrido serão publicados em comunicado técnico nos próximos meses.

 

Mais informações sobre a pesquisa podem ser obtidas pelo e-mail florestas@agricultura.rs.gov.br ou pelos telefones (55) 3228-1045 e 3228-1212.

Texto: Elaine Pinto/Ascom Seapdr
Edição: Secom

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Rio Grande do Sul embarca 22 mil cabeças de gado para Jordânia

A pecuária gaúcha está para concluir um dos maiores embarques de exportação de gado vivo. São cerca de 22 mil animais que estão sendo levados e embarcados no porto de Rio Grande com destino à Jordânia - país que, ao lado da Turquia e do Egito, é um dos principais importadores de gado gaúcho. 

"A exportação de gado vivo é uma operação logística de processos complexos, com acompanhamento dos técnicos da Secretaria da Agricultura. A genética de nosso gado é bastante procurada pelos países árabes, e a exportação é mais uma alternativa de renda para nossos pecuaristas", afirma o secretário Covatti Filho.

Os animais são oriundos de duas propriedades. A fazenda Angus, em Rio Grande, enviou 9,5 mil cabeças de gado. Nesta segunda-feira (30), a partir das 14h, começa o transporte de 12,5 mil animais da fazenda Del Sur, em Capão do Leão. “O embarque ainda está sendo feito e deve concluir na quarta ou quinta-feira", conta o extensionista rural José Fernando Santos da Silva, que está acompanhando o embarque dos animais junto com a técnica agrícola Elisana Bilhalva Vitória, ambos da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr).

A Seapdr faz todo o acompanhamento do embarque, realizando a fiscalização sanitária e observância do bem-estar dos animais desde a propriedade, o período de quarentena, até o embarque no porto de Rio Grande. Com os riscos de contaminação por causa da pandemia de Covid-19, os técnicos da Seapdr envolvidos na operação de embarque estão adotando medidas de proteção extras, como o uso de máscaras, distanciamento físico e uso de álcool gel.

Técnicos da Secretaria acompanham o embarque de 22 mil animais para a Jordânia

Ministra e embaixador da China debatem relação comercial entre países

A relação comercial entre Brasil e China foi o tema central da reunião entre a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e o embaixador chinês Yang Wanming, na manhã desta terça-feira (4). “Tratamos das nossas parcerias comerciais que devem continuar tranquilamente, sem nenhum sobressalto, porque o Brasil é um grande parceiro da China na área de produtos agrícolas”, disse a ministra após a reunião.

A ministra destacou que a China abriu o mercado para o melão brasileiro e está sob análise a exportação de uva brasileira para os chineses. “Com a abertura do mercado para o melão, os nossos empresários estão fazendo os contatos na China para poder fazer as exportações. Nós já começamos a trabalhar o certificado sanitário da uva que é a próxima fruta que o Brasil quer exportar para China”, ressaltou.

O embaixador relatou as medidas adotadas pelo governo chinês em relação ao coronavírus. “Vamos acompanhar de perto. É muito importante essa proximidade do embaixador conosco, para estar sempre nos municiando, mas por enquanto tudo normal”, afirmou a ministra, acrescentando que a questão de saúde está sob a coordenação do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

Segundo a ministra, no que diz respeito ao setor agropecuário, não há restrição ao intercâmbio comercial entre os dois países devido ao surto de coronavírus. O Brasil exporta para a China, principalmente, soja e carnes bovina, suína e de frango.

“Nós temos um procedimento de habilitação de frigoríficos que está andando no seu ritmo. Isso está em processo normal de encaminhamentos lá na China, nos ministérios e na aduana. Não mudou nada. O que pode ter atrapalhado a movimentação foi o feriado do ano novo chinês, que foi prolongado por causa do coronavírus”, argumentou.

O embaixador afirmou que a relação comercial entre os dois países no setor agropecuário é duradoura e será cada dia mais estreita. “O governo chinês se dedica a manter essa relação de longo prazo e estável com o governo brasileiro. Os produtos agrícolas brasileiros são bem-vindos. Não acredito que a relação sino-brasileira será prejudicada (pelo surto)”, disse.

Participaram da reunião, além da ministra e do embaixador, secretário de Comércio e Relações Internacionais, Orlando Ribeiro, o ministro conselheiro Qu Yuhui e o diplomata Zhu Yue.

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Informações à imprensa
imprensa@agricultura.gov.br 

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Agroindústrias locais marcam presença na abertura da estação vindima 2020

O período da vindima foi aberto oficialmente na última sexta-feira, 17, celebrando o cultivo e a colheita do fruto mais emblemático de Bento Gonçalves: a uva. Na Rua Coberta, comunidade e visitantes puderam desfrutar de vinhos e espumantes, da gastronomia típica e da produção das agroindústrias familiares locais.


Neste ano, onze estabelecimentos estiveram expondo seus produtos. Geleias, pães, biscoitos, cucas, bolos, torta tirolesa, doces caramelados, ovos, sucos e vinhos coloniais, estiveram entre as opções.


Os sabores da agricultura bento-gonçalvense também marcaram presença na festa, a partir da participação de agricultores que comercializam na Feira do Produtor Rural, que trouxeram variedades de uva, além de melão, pêssego e figo.


"Foi uma experiência positiva. É muito importante ter esse espaço para divulgar os nossos produtos, que são diferenciados. O pessoal que provava os doces voltava pra buscar mais. Tivemos uma ótima aceitação. Com certeza, participaria novamente", comenta a proprietária da agroindústria Doces Lisa Bucco, Agda Bucco Tomasi.


O secretário de Desenvolvimento da Agricultura, Dorval Brandelli, destaca a importância dessa valorização. "Em uma festa que comemora mais um ano de colheita e o trabalho dos nossos agricultores, a presença das agroindústrias familiares foi imprescindível. É o reconhecimento e o incentivo do que é produzido aqui. É dar visibilidade aos produtos, que tem garantia de ótima qualidade", enfatiza.


As agroindústrias familiares que estiveram presentes foram: Doces Dall'Oglio, Anita Marcolin, Janete Produtos Coloniais, Casa Adesso, Porão do Vale, Piccola Cantina, Gallon Sucos, Ovos Coloniais Polônia, Casa Rebello, Iracema Dalpiva e Doces Lisa Bucco.

Assessoria de Comunicação Social da Prefeitura

Fotos: Laura Kirchhof

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